"As coisas vulgares que há na vida Não deixam saudade. Só as lembranças que doem ou fazem sorrir. Há gente que fica na história da história da gente... e outras de quem nem o nome lembramos ouvir. São emoções que dão vida à saudade que trago.. Aquelas que tive contigo e acabei por perder.. Há dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer. A chuva molhava-me o rosto... Gelado e cansado, As ruas que a cidade tinha já eu percorrera.. Ai... meu choro de moça perdida gritava à cidade que o fogo do amor sob chuva há instantes morrera. A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade. E eis que ela bate no vidro, trazendo a saudade."
A chuva, que me levou até ti, a mesma chuva que agora sinto na solidão.
Por vezes o mundo faz-nos acreditar que é impossível amar como outrora...
Mas isso não é verdade... eu a teu lado e tu a meu lado.. vivemos algo único... só nosso!
1 comentários:
"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudade.
Só as lembranças que doem ou fazem sorrir.
Há gente que fica na história da história da gente...
e outras de quem nem o nome lembramos ouvir.
São emoções que dão vida à saudade que trago.. Aquelas que tive contigo e acabei por perder..
Há dias que marcam a alma e a vida da gente e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer. A chuva molhava-me o rosto... Gelado e cansado, As ruas que a cidade tinha já eu percorrera.. Ai... meu choro de moça perdida gritava à cidade que o fogo do amor sob chuva há instantes morrera.
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade.
E eis que ela bate no vidro, trazendo a saudade."
A chuva, que me levou até ti, a mesma chuva que agora sinto na solidão.
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